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VITOR OLIVEIRA

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PORTUGAL

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Apresentação do Canil:

Criação seleccionada em beleza (vários campeões de beleza) e trabalho. Cachorros e jovens com origens prestigiosas, perfeitamente sociabilizados, para a guarda, companhia, exposições, criação. Garantias legais. Acompanhamento e conselhos assegurados .

DEIXANDO O LAR……


Apenas oito semanas de vida e já vão partir ...



Este é um tempo de ansiedade para os cachorros, para os novos donos e para os criadores. Para todos os animais nossos companheiros, deixar o conforto do leito materno e a segurança proporcionada pêlos irmãos e pela mãe é uma experiência traumatizante, por mais conhecedor e carinhoso que o novo dono seja. Já está provado, para além de todas as dúvidas, que o período compreendido entre as 8 e as 12 semanas de vida é uma altura crítica para os contactos entre "bebés" e humanos. É por isso muito importante que a mudança de residência se faça perto das 8 semanas de idade para os cachorros.

Cachorros de raças grandes podem deixar a casa com vantagem entre as 7 semanas e meia e as 8 semanas. Cerca das 12-14 semanas de vida, os jovens entram no "período do medo", quando uma mudança brusca do seu estilo de vida pode ser perigoso do ponto de vista de desenvolvimento normal do temperamento.

Entre as seis semanas e meia e as 14 semanas é um tempo de aprendizagem intensiva e de uma exigência muito grande a nível de habilidades física e mental, bem como da evolução do sentimento de independência da ninhada. É difícil saber como nós adultos humanos reagiríamos se submetidos ao mesmo tipo de mudanças que os animais têm que suportar.

Não é portanto surpreendente que estas semanas de aprendizagem sejam sempre um perigo e muitas vezes um teste de sobrevivência. Eis uma lista dos acidentes mais comuns que podem suceder:

1. Durante o inevitável intervalo entre o enfraquecimento dos anti-corpos maternais e do desenvolvimento do sistema imunitário dos jovens, estes tornam-se extremamente susceptíveis a viroses, que podem ser transmitidas através dos sapatos, roupa ou outros animais. É um risco que não se consegue evitar.

2. O risco de perturbações gástricas deriva das mudanças de alimentação, quer em quantidade, quer em qualidade. Qualquer pequena perturbação torna fácil a proliferação de bactérias e vírus que atacam o tracto digestivo.

3. Medo de novos objectos, ruídos, outros animais, divisões novas da casa, demasiada pressão no começo do treino para aprender novos comportamentos, novos donos exigentes, falta de descanso, são razões que podem produzir um estado de abatimento ou mesmo doença. Muitos animais de estimação são vendidos sem ter tido nunca a experiência do mundo exterior, com as suas mudanças de intensidade da luz e movimentos. Ficar só, nestas condições, pode desencadear uma tempestade de medo que não será facilmente esquecida.

4. O risco derivado das "explorações". Os novos donos muitas vezes não percebem ou não avaliam bem os perigos que podem advir destes "reconhecimentos do terreno" tão do agrado dos animais jovens e que podem ter resultados fatais.

5. O risco de acidentes causados por descuido humano. Morrer afogado num balde de água, deixado por esquecimento na cozinha, é um exemplo recente. Quedas fatais de varandas ou de móveis, esmagamento atrás das portas,"atropelamento" por pessoas apressadas, não são acidentes incomuns. É necessário algum tempo para a família aprender a viver com um novo cachorro.

6. Risco de se perder, ou como mais recentemente vem sucedendo, ser roubado. Cachorros com Pedigree são presa fácil para ladrões oportunistas.

Estes são os riscos reais e sempre presentes que os novos donos poucas vezes reconhecem, até que o problema lhes surge. Nós criadores, devemos fazer ver aos nossos clientes que a sua nova "aquisição" deve ser total e eficazmente protegida, pelo menos nas primeiras semanas, na sua nova morada.