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VITOR OLIVEIRA

Rua de Santo António, 4
Casais da Navalha
2510-020 OBIDOS
PORTUGAL

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Apresentação do Canil:

Criação seleccionada em beleza (vários campeões de beleza) e trabalho. Cachorros e jovens com origens prestigiosas, perfeitamente sociabilizados, para a guarda, companhia, exposições, criação. Garantias legais. Acompanhamento e conselhos assegurados .

 


.      TAN = O Teste de Aptidão à Utilização =TAU

 

 

Generalidades

A prova de mordida do TAU destina-se a apreciar as qualidades de estabilidade emocional e a coragem inata no Pastor Alemão.

O TAU é obrigatório para a obtenção da cotação 3 (excelente). O homem de manga é escolhido pela entidade organizadora. Ele está revestido de um fato de ataque completo Francês. O casaco pode ser substituído por uma mango do tipo "Frabo" a pedido do condutor.

Organização

Um Teste de aptidão natural só pode ser organizado no âmbito de uma reunião SCBA, após acordo dispensado pela sede da associação.

 Ele comporta duas partes:

  1. Uma prova de não emotividade (disparo de um arma de 6mm carga simples).
  2. Uma prova de coragem (ataque de face com dois toques chibata (soft stock) ou pau rachado (bambu), consoante o pedido do condutor).

 As provas desenrolam-se num ring fechado de medidas razoáveis (mínimo 20 a 30 metros laterais) comportando duas aberturas e um esconderijo.

 Admissão

Todos os pastores Alemães machos ou fêmeas confirmados ou não, com idade de12 meses revoluta e titulares do CSAU, podem ser apresentados. Em caso de fracasso, o cão pode candidatar-se de novo. O número de tentativas não está limitado.

.Prova de não-emotividade (deflagração de tiro com pistola)

O juiz pode fazer-se assistir por uma pessoa. Ele escolhe o momento mais oportuno para a prova do disparo com arma de fogo (dois disparos ou mais se necessários).

 Os disparos são dados com o cão mantido em trela bamba, a uma distância compreendida entre 7 e 12m.

 . Prova de coragem

Os concorrentes, um por um, são submetidos a prova de coragem. A trela é retirada, o condutor e o seu cão dirigem-se em direcção ao esconderijo que dissimula o figurante ou homem de manga, o cão pode ser mantido pelo colar e encorajado. Quando o condutor chegar a uma dezena de metros do esconderijo, a ordem do juiz, o figurante ou homem de manga, munido de um pau (bambu rachado ou chibata consoante a opção de treino a qual o animal tiver submetido), sai do esconderijo numa atitude tipo R.C.I. (braço dobrado) e ameaça a equipe dono/cão.

 A saída do figurante ou homem de manga faz-se segundo uma trajectória ligeiramente arredondada, com os braços dobrado direccionado a equipa dono/cão. O objectivo de esta trajectória é o de evitar um contacto muito brutal entre o figurante e o cão.

 Sobre ordem do juiz, dada após que o cão tenha avistado o figurante, o condutor ordena o ataque. É proibido ao dono suster o seu cão ou aproximar-se do homem de manga durante a mordida. O cão deve ter uma presa franca e mantê-la cerca de 5 segundos. Se ele largar a sua presa antes do prazo, o figurante ou homem de manga retoma a ofensiva.

 Durante a mordida, existem dois toques de pau. Uma vez o tempo decorrido, o condutor pode chamar o seu cão ou ir junto deste para o ir buscar. Ele retoma-o em trela e o exercício está terminado

  

Regulamento adaptado e traduzido do site da SCBA